Olá, aqui vamos a mais uma descrição de amigos, ou o que sobrar de amizade depois que terminarmos essas descrições no blog.
Bom, vamos entrar agora na parte séria da história... ou quase, pois rimos do mesmo jeito.
Pra falar da Andreza há que se relatar que, do grupo todo, é a única centrada e mais humanizada do que nós; pra não dizer civilizada. Não que sejamos homens da caverna com porretes e que grunhem o dia todo, mas é que ela é a única que consegue nos trazer ao chão quando precisamos, e precisamos um bocado. Estamos no meio de risos, gargalhadas, montinhos, tapas no pé do ouvido, arranhões e afins, mas escutamos alguém que nos diz: cambada, a aula já começou e a professora está olhando pra vocês. Obrigado por nos ajudar a manter as broncas que já levamos normalmente em um nível aceitável. Três por semana é uma quantia razoável, contando que duas são nas aulas da Paula.
Minha ex-colega na arte de comer pão-de-queijo (delícia) enquanto voltávamos da cantina até a sala. Hoje ela está em uma dieta e virou frugivorogista, o que acho um tremendo desperdício, já que o que consumimos em um pão-de-queijo precisaríamos de umas trinta laranjas pra suprir. Pense na fome no mundo, Deza. Coma comidas gordurosas, pois assim consumirá o que precisa com menos e todo mundo sairá feliz, até mesmo as criancinhas do Camboja.
Bom, eu reservaria um parágrafo inteiro para os cafunés que ganho, mas como ela tem um namorado com quase dois metros e meio de altura e um metro e oitenta de largura -- duplex quatro por quatro -- eu, em nome de uma dentição saudável que meu dentista recomendou, me abstenho a falar. Só digo que são ótimos.
No primeiro ciclo, nas aulas do Pereira que eram as mais curtas, nós ficávamos quase meia hora rindo. Sim, aos que perguntarem, nós somos normais e não nos drogamos. Somos apenas muito felizes e precisamos colocar pra fora. Eu ria com a risada dela, porque ela realmente é única. É bem fininha e seqüencial, em um ritmo frenético e repetitivo a cada quatro segundos, mais ou menos. Em suma, é engraçada pra caramba.
Espero que não tenha ficado mal com a descrição acima. Provavelmente serei xingado por alguma coisa que disse -- como a risada --, mas já me acostumei. Espero apenas que não perca meus incisivos se o namorado dela ler a parte dos cafunés. Tenho um certo apreço por eles.
Beijo Deza.
Bom, vamos entrar agora na parte séria da história... ou quase, pois rimos do mesmo jeito.
Pra falar da Andreza há que se relatar que, do grupo todo, é a única centrada e mais humanizada do que nós; pra não dizer civilizada. Não que sejamos homens da caverna com porretes e que grunhem o dia todo, mas é que ela é a única que consegue nos trazer ao chão quando precisamos, e precisamos um bocado. Estamos no meio de risos, gargalhadas, montinhos, tapas no pé do ouvido, arranhões e afins, mas escutamos alguém que nos diz: cambada, a aula já começou e a professora está olhando pra vocês. Obrigado por nos ajudar a manter as broncas que já levamos normalmente em um nível aceitável. Três por semana é uma quantia razoável, contando que duas são nas aulas da Paula.
Minha ex-colega na arte de comer pão-de-queijo (delícia) enquanto voltávamos da cantina até a sala. Hoje ela está em uma dieta e virou frugivorogista, o que acho um tremendo desperdício, já que o que consumimos em um pão-de-queijo precisaríamos de umas trinta laranjas pra suprir. Pense na fome no mundo, Deza. Coma comidas gordurosas, pois assim consumirá o que precisa com menos e todo mundo sairá feliz, até mesmo as criancinhas do Camboja.
Bom, eu reservaria um parágrafo inteiro para os cafunés que ganho, mas como ela tem um namorado com quase dois metros e meio de altura e um metro e oitenta de largura -- duplex quatro por quatro -- eu, em nome de uma dentição saudável que meu dentista recomendou, me abstenho a falar. Só digo que são ótimos.
No primeiro ciclo, nas aulas do Pereira que eram as mais curtas, nós ficávamos quase meia hora rindo. Sim, aos que perguntarem, nós somos normais e não nos drogamos. Somos apenas muito felizes e precisamos colocar pra fora. Eu ria com a risada dela, porque ela realmente é única. É bem fininha e seqüencial, em um ritmo frenético e repetitivo a cada quatro segundos, mais ou menos. Em suma, é engraçada pra caramba.
Espero que não tenha ficado mal com a descrição acima. Provavelmente serei xingado por alguma coisa que disse -- como a risada --, mas já me acostumei. Espero apenas que não perca meus incisivos se o namorado dela ler a parte dos cafunés. Tenho um certo apreço por eles.
Beijo Deza.
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There are 2 comentários for Diário dos Amigos: Deza
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Realmente! Disse tudo! **---** ADOROO a Andreza! =) Ela é realmente isso tudo o que você disse!
Muito especial e pés no chão mesmo! *--*
PS: Quanto aos cafunés! HSUAHSUAHSUHASUHAUSH' =) Só você mesmo! Ri muito! xD
Bom, você já deve ter visto que o namorado dela não brincou quando o assunto foi crescer, então eu e meus dentes temos medo. ^^ hehehehehehe