Olá caros leitores. Espero que tenham tido um bom dia, pois o meu não foi. Ou melhor, nas partes intermediárias até que foi, mas as duas pontas... Ahh, essas pontas...
Acordei, me levantei -- com muito custo, já que fui dormir às 4 horas da manhã vendo o show do U2, que por sinal foi lindo -- e fui escovar os dentes. A boca estava até seca, não sei porque. Não bebi; acho que deve ter sido a expectativa pelo show. Enfim, acabei de escovar e fui tomar banho. Detalhe, acordei vinte minutos mais cedo porque tinha que fazer uma ligação sobre um problema com minha inscrição em um concurso público, mas, fiz isso na esperança de ser atendido por mais uma daquelas atendentes de telemarketing que fazem do gerúndio seu dialeto próprio e que amam passar as ligações para outros setores. Mas não. Fui atendido por uma mulher chamada Márcia -- ou Cláudia, nem sei -- que, não só me esclareceu a dúvida em menos de três minutos, como também era super simpática e tinha uma das vozes mais sexys que eu já escutei.
Me arrumei e sai de casa, mas tive que voltar, pois havia esquecido o celular. Subi a rua contrariado, pois odeio descer e subir por burrice, mesmo que seja burrice minha.
Cheguei no ponto de ônibus e vi o motorista, mas cadê o cobrador? Maldito filho de uma pata, chegou quinze minutos depois com uma cara lisa de quem estava mais certo que todo mundo. Fui dormindo sossegado do meu bairro até Interlagos, quando meu celular toca. Minha mãe queria saber se eu estava bem. Eu disse que estava até dormindo de tão bem. Mas aí começam meus problemas, ou melhor, o problema do dia: acidente no Largo do Socorro. Tudo bem, mãe, não foi meu ônibus; eu disse. Mas antes tivesse sido, pois aí eu andaria rapidinho em uma ambulância. Só que fiquei parado por bem uns vinte minutos no final da Kennedy.
Desci no meu ponto, mas e pra pegar um ônibus até o Terminal Guarapiranga? Esquece. Parecia cena de filme de desastres. A ponte de um lado sem carros, pessoas andando aos turbilhões e carros da polícia e da CET passando como morcegos fugindo do inferno. Cristiano o que faz? Anda.
Acho que nunca descrevi aqui o quanto detesto andar. Tenho problemas com distâncias curtas, e agora tendo que andar tudo isso? Mas andei. Me arrependi amargamente de estar com minha camisa preta. Um calor desgraçado e um gordo de preto. Hoje paguei meus pecados -- detalhe, sou ateu. Enfim, cheguei ao Terminal: estava com as pernas pedindo manutenção corretiva, as costas pedindo muro de arrimo e suando feito um porco no abate.
Fim da ponta um.
Fui fazer o TCC e não só acabamos não fazendo nada, como descobrimos que o problema com ele era bem maior que o previsto. Nos ferramos. Mas a tarde foi boa pela curtição com o pessoal. Altas risadas.
Fim da parte intermediária.
A volta não foi tão ruim quanto a ida, mas teve seus momentos também. Pra começar, o calor virou chuva, e uma senhora chuva. Não parava por nada. Me molhei todo. Na pirua a Fran ainda deixa o cartão cair atrás do banco e eu deito no corredor pra alcansá-lo parecendo uma stripper gorda tendo um AVC, já que me debatia tentando pegar o cartão, que conseguiu ficar na única cavidade atrás do banco que não podia ser alcançada sem deitar. Legal... Isso vai ser mais uma história pros meus netos: o dia em que o vovô deitou no corredor de uma lotação sem nem mesmo ter bebido.
Ao sentar no meu ônibus eu dormi. Nossa, dormi tanto que só acordei perto de casa, mas não acordei bem. Eu estava dormindo sossegado e de repente abri meus olhos, mas dei de cara com uma senhora que era a cara daquele palhacinho do filme Jogos Mortais. Resultado: levei um susto do caraca e não sei como não gritei, acho que me faltou o ar na hora. Mas e depois pra continuar ao lado da velha sem rir? Sem chance, ri mesmo. Ri de um jeito que devem ter achado que eu era maluco.
Bom, chego em casa, morto de cansado e com frio por estar molhado, mas constato algo bom pelo menos: não estava cheirando mal. Suei em bicas, andei até dizer chega e meu desodorante ainda manteve o suave aroma perfumado em minhas axilas. Acho que vou mandar um e-mail de agradecimento à Rexona por fazer um produto que cumpre o que promete -- coisa rara de se ver.
Queria agradecer também ao palhacinho do Jigsaw por ter me dado aquele ótimo momento de descontração depois de um dia que eu estava com vontade de enforcar um. Não sou maluco, mas a senhora é feia de doer, viu tia?
Acordei, me levantei -- com muito custo, já que fui dormir às 4 horas da manhã vendo o show do U2, que por sinal foi lindo -- e fui escovar os dentes. A boca estava até seca, não sei porque. Não bebi; acho que deve ter sido a expectativa pelo show. Enfim, acabei de escovar e fui tomar banho. Detalhe, acordei vinte minutos mais cedo porque tinha que fazer uma ligação sobre um problema com minha inscrição em um concurso público, mas, fiz isso na esperança de ser atendido por mais uma daquelas atendentes de telemarketing que fazem do gerúndio seu dialeto próprio e que amam passar as ligações para outros setores. Mas não. Fui atendido por uma mulher chamada Márcia -- ou Cláudia, nem sei -- que, não só me esclareceu a dúvida em menos de três minutos, como também era super simpática e tinha uma das vozes mais sexys que eu já escutei.
Me arrumei e sai de casa, mas tive que voltar, pois havia esquecido o celular. Subi a rua contrariado, pois odeio descer e subir por burrice, mesmo que seja burrice minha.
Cheguei no ponto de ônibus e vi o motorista, mas cadê o cobrador? Maldito filho de uma pata, chegou quinze minutos depois com uma cara lisa de quem estava mais certo que todo mundo. Fui dormindo sossegado do meu bairro até Interlagos, quando meu celular toca. Minha mãe queria saber se eu estava bem. Eu disse que estava até dormindo de tão bem. Mas aí começam meus problemas, ou melhor, o problema do dia: acidente no Largo do Socorro. Tudo bem, mãe, não foi meu ônibus; eu disse. Mas antes tivesse sido, pois aí eu andaria rapidinho em uma ambulância. Só que fiquei parado por bem uns vinte minutos no final da Kennedy.
Desci no meu ponto, mas e pra pegar um ônibus até o Terminal Guarapiranga? Esquece. Parecia cena de filme de desastres. A ponte de um lado sem carros, pessoas andando aos turbilhões e carros da polícia e da CET passando como morcegos fugindo do inferno. Cristiano o que faz? Anda.
Acho que nunca descrevi aqui o quanto detesto andar. Tenho problemas com distâncias curtas, e agora tendo que andar tudo isso? Mas andei. Me arrependi amargamente de estar com minha camisa preta. Um calor desgraçado e um gordo de preto. Hoje paguei meus pecados -- detalhe, sou ateu. Enfim, cheguei ao Terminal: estava com as pernas pedindo manutenção corretiva, as costas pedindo muro de arrimo e suando feito um porco no abate.
Fim da ponta um.
Fui fazer o TCC e não só acabamos não fazendo nada, como descobrimos que o problema com ele era bem maior que o previsto. Nos ferramos. Mas a tarde foi boa pela curtição com o pessoal. Altas risadas.
Fim da parte intermediária.
A volta não foi tão ruim quanto a ida, mas teve seus momentos também. Pra começar, o calor virou chuva, e uma senhora chuva. Não parava por nada. Me molhei todo. Na pirua a Fran ainda deixa o cartão cair atrás do banco e eu deito no corredor pra alcansá-lo parecendo uma stripper gorda tendo um AVC, já que me debatia tentando pegar o cartão, que conseguiu ficar na única cavidade atrás do banco que não podia ser alcançada sem deitar. Legal... Isso vai ser mais uma história pros meus netos: o dia em que o vovô deitou no corredor de uma lotação sem nem mesmo ter bebido.
Ao sentar no meu ônibus eu dormi. Nossa, dormi tanto que só acordei perto de casa, mas não acordei bem. Eu estava dormindo sossegado e de repente abri meus olhos, mas dei de cara com uma senhora que era a cara daquele palhacinho do filme Jogos Mortais. Resultado: levei um susto do caraca e não sei como não gritei, acho que me faltou o ar na hora. Mas e depois pra continuar ao lado da velha sem rir? Sem chance, ri mesmo. Ri de um jeito que devem ter achado que eu era maluco.
Bom, chego em casa, morto de cansado e com frio por estar molhado, mas constato algo bom pelo menos: não estava cheirando mal. Suei em bicas, andei até dizer chega e meu desodorante ainda manteve o suave aroma perfumado em minhas axilas. Acho que vou mandar um e-mail de agradecimento à Rexona por fazer um produto que cumpre o que promete -- coisa rara de se ver.
Queria agradecer também ao palhacinho do Jigsaw por ter me dado aquele ótimo momento de descontração depois de um dia que eu estava com vontade de enforcar um. Não sou maluco, mas a senhora é feia de doer, viu tia?
Marcadores: dia
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There are 2 comentários for Um belo dia pra gritar
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HAUSHAUHSUAHSUAHSUHAUH' =).Cara! ^^ Só você mesmo viu Cris?! *---* ADOREEIII! xD, muito show mesmo..kkkkkkkkkkk Meww, sem palavras pra descrever esse dia em?! Mas lembre-se sempre: NADA É TÃO RUIM QUE NÃO POSSA PIORAR!:
http://cronicaspoesiaeporcaria.blogspot.com/2009/10/leis-de-murphy.html
Realmente o dia foi legal, bem agradavel, pelo menos para mim 'Rum. Altas risadas?! Sem dúvida! =D Com esse povo não tem como.
Seu dia foi excepcionalmente maluco e pra fechar ainda encontra o Quebra-Cabeça no ônibus?! Se loko! ¬¬'
Fico feliz de ter participado de um dia tão especial quanto esse!
HAUSHUAHSUAHSUA' =)
Abraços, parabéns e..
Dias melhores pra você! =)
Foi um dia daqueles... =D
Mas, realmente, pensando na Ley de Murphy eu poderia ter sido pior. E se estivesse chovendo? E se eu fosse assaltado naquela muvuca? E se tivessem me estuprado? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Cara, eu devia ter tirado uma foto da vovó, mas era a cara do palhacinho. Só faltava aquele olho avermelhado e as espirais desenhadas nas bochechas, pois de resto era ele mesmo. Mulher feia dos infernos.
Valeu tio, espero mesmo por dias melhores. Acho que vou até ouvir essa música do Jota Quest. ;)