É óbvio que todo mundo já andou alguma vez na vida nos coletivos espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Faz quase que parte da cultura humana andarmos juntos, todos apertados e reclamando dentro de uma caixa de metal e plástico com pinos pra segurar. Muito bonitos.
Mas, se você olhar de outro modo, os ônibus não são apenas meios de transporte, são verdadeiras comunidades. Se você sempre pega ônibus em um horário serão sempre as mesmas pessoas, o mesmo cobrador e o mesmo motorista; quase como um pequeno vilarejo ambulante onde todos se conhecem, embora nem sempre falem um com o outro. E, claro, essa comuna ambulante tem seus momentos hilários e eu pareço causar alguns deles. Vou enumerar alguns pra vocês.
Tenho a mania de andar de fones de ouvido por dois motivos: 1º = amo ouvir música; sou um completo viciado em vários gêneros. Se eu for ver um filme uma das primeiras coisas que procuro é a trilha sonora pra já ir curtindo. 2º = pra ninguém falar comigo. Posso ser uma pessoa bem comunicativa e que gosta de ajudar, mas detesto bater papo na fila do ônibus, pois os papos são sempre os mesmos: esse ônibus demora pra sair (tem hora marcada pra sair), o motorista é lento (com o trânsito de São Paulo ele já faz milagre por andar). Nessa de ficar ouvindo música, teve um dia em que eu sentei lá pelo meio do ônibus, que estava lotado, e coloquei Mr. Big. Adoro Mr. Big e tava tocando Wild World, eu não aguentei e comecei a mexer os lábios enquanto escutava. De repente reparei que as pessoas estavam me olhando, e só então reparei que eu estava cantando quase que a plenos pulmões "Uh, baby, baby, it's a wild world!!!" Minha cara foi lá embaixo, claro. Calei a boca, virei pro canto e fingi o mais que pude que eu estava dormindo. Claro que não colou.
Teve outro dia em que eu estava na fila do ônibus esperando os 15 minutos de sempre pra ele sair. Mas eu não estava sozinho. Tinha uma senhora de uns sessenta anos ou mais, e ela estava me encarando. Não que eu não estivesse gostando, era uma senhora de sessenta anos linda, com cabelos quase inteiramente brancos, pele cheia de manchas senis, saiote e meia. Pegável, sabe?... kkkk Bom, acontece que por mais que eu me virasse, olhasse pra outro lado, fizesse cara feia, a danada não parava de me olhar. O que eu tinha, remédio pra osteoporose colado no peito? Por já não aguentar mais aquilo eu cheguei perto dela com um passo, enquanto olhava pro outro lado. Assim que estava perto o bastante dela eu me virei com tudo e disse: Bu! A velha levou um susto menor do que eu pensava, mas funcionou, ela parou de me olhar... Se bem que deve ter achado que eu era um doente mental. Tô nem aí. Outro dia subi e ela estava lá de novo. Passei em frente a ela sorrindo e ela também o fez. Dissemos bom dia um pro outro e acho que fiz uma amiga. Viu como ser mal educado nem sempre é sinal de descortesia?
Mas houve, há três dias, um caso um pouco mais chato. Eu entrei no ônibus e fechei a janela, pois estava chovendo. Sentei, encostei meus joelhos no banco da frente e dormi, mas fui acordado o que deve ter sido uns 20 minutos depois com água na cara. Um senhor com uma barriga enorme e um horrível bigode havia aberto a janela. Imediatamente eu a fechei. Vou narrar pra vocês o ocorrido:
"--Eu quero a janela aberta -- disse ele com aquela voz de calango seco enquanto abria a janela novamente.
-- Claro, não está chovendo em você -- respondi eu ainda sentado.
-- Você é feito de açúcar por acaso?
-- Claro, sou um doce de pessoa -- e fechei a janela com força e o encarei."
A mulher que estava ao meu lado só faltou ter uma síncope com o "doce de pessoa" que eu falei na lata. O cara calou a boca e prosseguimos a viagem sem mais água.
Há casos em que me dou bem, como no caso que me ocorreu nessa última quarta na volta pra casa. Resolvi ir no primeiro ônibus em pé pra chegar mais rápido em casa. Fiquei naquela parte da sanfona do meio do ônibus, que foi-se enchendo e enchendo, cada vez mais. Quando me deparei, estava com gente até pisando no meu All Star. Claro que numa situação dessas não há lugar para olhar, então olhamos pro que aparece: uma ponta de janela, um sapato, para a porta, ou pra alguma bunda bonita. Mas acontece que de um lugar para o outro eu passei meu olhar por uma garota duas vezes, e isso irritou-a:
"-- Por que você está me olhando tanto? -- perguntou-me ela, e eu mandei na lata, como sempre me acontece.
-- Olhe, não tem muito lugar pra olhar aqui, então fica entre o duto de ventilação do ônibus ou seu rosto, mas seu sorriso é muito mais simpático que o dele."
Ela sorriu, junto com mais umas três pessoas que escutaram, e eu pude ver que o sorriso dela era simpático mesmo. Depois disso eu não olhei mais pra ela. Ela procurava barraco quando começou a falar, e não seria eu a transformar isso em outra coisa. Começou mal, que acabe ali mesmo.
Teve uma vez em que eu estava com muito sono, pois não havia dormido nada bem por culpa de uns gatos no telhado. Recostei minha cabeça no banco e cochilei, mas aparentemente foi mais que isso, pois eu acordei e vi que as pessoas estavam me olhando. Eu havia roncado no ônibus.
Mas, há situações e que me dou bem, mas que me sinto estranho.
Estava eu voltando pra casa, quando entra no ônibus uma mulher e um homem, que notei serem casados por causa das alianças -- tenho mania de notar isso do mesmo jeito que noto placas de carro. Ele entrou na frente e se sentou no canto esquerdo do ônibus, lá no fundão, enquanto eu estava no direito. Ao invés dela se sentar no meio, ela se sentou ao meu lado. Tudo bem, sente onde quiser. Assim que o ônibus encheu o marido começou a dormir -- dormia a sono solto mesmo, uma coisa que eu costumeiramente faço --, do nada, sinto alguém mexendo na minha bunda. Era ela. Ela só esperou o marido dormir pra passar a mão na minha bunda. Não fazia mais nada, só passava a mão e estava sorrindo. Naquela situação eu não tava nem aí se estava com a mão na minha bunda -- quer passar a mão, fique à vontade --, eu só estava pensando no caso do marido acordar, quem apanhava mais, ela ou eu? Ela sorrindo e eu rindo do meu pensamento. As pessoas que estavam ao redor estavam vendo e riam também, pois era uma cena digamos inusitada para o fundão cheio do ônibus. E durou quase a viagem toda, pois o cara acordou. Ela puxou a mão na hora e uns dois pontos depois ela desceu. Eu fiquei lá em posição de sentido -- tava gostoso -- e com as pessoas me olhando. Fechei os olhos e tentei pensar em margaridas, mas a imagem daquela mulher me passando a mão ainda estava na cabeça e o calor da mão dela na minha bunda.
Mas, assim como me dou bem, me dou mal.
Teve um dia que eu estava voltando do curso e entrei no ônibus com meus amigos. Ficamos na parte da sanfona só de sacanagem, pois o ônibus estava parcialmente vazio. Mas havia um cara em particular que não parava de olhar pra mim. Vestia um paletó preto, com camisa também preta e uma gravata de um vermelho vivo. Mas ele não estava me olhando como a velhinha, ele mordia o lábio inferior. Aquilo me deixou nervoso ao ponto de também olhar pra ele, pra ver se o cara parava, mas nada. Foi assim até ele descer. Hoje quando saio naquele horário olho a lateral do ônibus pra ver se ele está lá, apesar de vez ou outra ainda dar de cara com ele. Por mais que eu seja doidinho, pra cama com ele é que eu não vou.
Ou teve o dia em que entrou um bêbado no ônibus e começou a conversar com outro cara sobre mim. Eu estava sentado naquele banco invertido do ônibus, com as pernas viradas para a parte debaixo do banco e as mãos cruzadas em cima da bolsa. Admito, a posição era suspeita. E o bêbado filho da puta ficou falando com o outro:
"-- Isso aí é mulher, é? Não, isso aí é bicha! Se eu tenho um filho assim eu mato ele de pancada. Olha só a perninha cruzada pra trás. E essa mão em cima da bolsa. Nunca vi mais gay." Gente, juro que nunca me segurei tanto pra não quebrar a cara de alguém. Sorte a minha (ou seria a dele...?) que ele desceu alguns pontos depois. Juro, eu iria transformar a boca dele em pasta de cevada -- ele tava bebendo cerveja. As pessoas vendo minha cara de poucos amigos nem sequer olharam pra mim. Segui o resto da viagem pensando que deveria ter quebrado pelo menos o nariz ou um dente dele.
Realmente, se dar mal é comigo mesmo. Não há situação em que eu fique bem. Já cai dentro do ônibus, já fiquei preso na porta, já sentei em cima e quebrei um guarda-chuva quando o ônibus arrancou, já cai em cima das pessoas, já quebrei uma poltrona do ônibus -- eu sentei e ela partiu. Enfim, jamais me dou bem -- realmente bem, pelo menos. Ainda está pra vir o dia em que receberei uma "paga justa" por tanta "saia justa" que me ocorreu. Preciso de um carro, urgente. Mas, do jeito que a sorte está caminhando longe de mim, assim que eu comprar um os sistemas viários passam a ser computadorizados e eu terei que vender o carro e andar novamente de ônibus. Espero que sem a velhinha do bu, sem o tio chato que abriu a janela, sem o gay que me queria, sem a garota irritada do sorriso simpático e sem o bêbado filho da puta. A mulher tarada e a música do Mr. Big podem ficar. Quem sabe ouvindo Wild World ela não arranha minha bunda?
Mas, se você olhar de outro modo, os ônibus não são apenas meios de transporte, são verdadeiras comunidades. Se você sempre pega ônibus em um horário serão sempre as mesmas pessoas, o mesmo cobrador e o mesmo motorista; quase como um pequeno vilarejo ambulante onde todos se conhecem, embora nem sempre falem um com o outro. E, claro, essa comuna ambulante tem seus momentos hilários e eu pareço causar alguns deles. Vou enumerar alguns pra vocês.
Tenho a mania de andar de fones de ouvido por dois motivos: 1º = amo ouvir música; sou um completo viciado em vários gêneros. Se eu for ver um filme uma das primeiras coisas que procuro é a trilha sonora pra já ir curtindo. 2º = pra ninguém falar comigo. Posso ser uma pessoa bem comunicativa e que gosta de ajudar, mas detesto bater papo na fila do ônibus, pois os papos são sempre os mesmos: esse ônibus demora pra sair (tem hora marcada pra sair), o motorista é lento (com o trânsito de São Paulo ele já faz milagre por andar). Nessa de ficar ouvindo música, teve um dia em que eu sentei lá pelo meio do ônibus, que estava lotado, e coloquei Mr. Big. Adoro Mr. Big e tava tocando Wild World, eu não aguentei e comecei a mexer os lábios enquanto escutava. De repente reparei que as pessoas estavam me olhando, e só então reparei que eu estava cantando quase que a plenos pulmões "Uh, baby, baby, it's a wild world!!!" Minha cara foi lá embaixo, claro. Calei a boca, virei pro canto e fingi o mais que pude que eu estava dormindo. Claro que não colou.
Teve outro dia em que eu estava na fila do ônibus esperando os 15 minutos de sempre pra ele sair. Mas eu não estava sozinho. Tinha uma senhora de uns sessenta anos ou mais, e ela estava me encarando. Não que eu não estivesse gostando, era uma senhora de sessenta anos linda, com cabelos quase inteiramente brancos, pele cheia de manchas senis, saiote e meia. Pegável, sabe?... kkkk Bom, acontece que por mais que eu me virasse, olhasse pra outro lado, fizesse cara feia, a danada não parava de me olhar. O que eu tinha, remédio pra osteoporose colado no peito? Por já não aguentar mais aquilo eu cheguei perto dela com um passo, enquanto olhava pro outro lado. Assim que estava perto o bastante dela eu me virei com tudo e disse: Bu! A velha levou um susto menor do que eu pensava, mas funcionou, ela parou de me olhar... Se bem que deve ter achado que eu era um doente mental. Tô nem aí. Outro dia subi e ela estava lá de novo. Passei em frente a ela sorrindo e ela também o fez. Dissemos bom dia um pro outro e acho que fiz uma amiga. Viu como ser mal educado nem sempre é sinal de descortesia?
Mas houve, há três dias, um caso um pouco mais chato. Eu entrei no ônibus e fechei a janela, pois estava chovendo. Sentei, encostei meus joelhos no banco da frente e dormi, mas fui acordado o que deve ter sido uns 20 minutos depois com água na cara. Um senhor com uma barriga enorme e um horrível bigode havia aberto a janela. Imediatamente eu a fechei. Vou narrar pra vocês o ocorrido:
"--Eu quero a janela aberta -- disse ele com aquela voz de calango seco enquanto abria a janela novamente.
-- Claro, não está chovendo em você -- respondi eu ainda sentado.
-- Você é feito de açúcar por acaso?
-- Claro, sou um doce de pessoa -- e fechei a janela com força e o encarei."
A mulher que estava ao meu lado só faltou ter uma síncope com o "doce de pessoa" que eu falei na lata. O cara calou a boca e prosseguimos a viagem sem mais água.
Há casos em que me dou bem, como no caso que me ocorreu nessa última quarta na volta pra casa. Resolvi ir no primeiro ônibus em pé pra chegar mais rápido em casa. Fiquei naquela parte da sanfona do meio do ônibus, que foi-se enchendo e enchendo, cada vez mais. Quando me deparei, estava com gente até pisando no meu All Star. Claro que numa situação dessas não há lugar para olhar, então olhamos pro que aparece: uma ponta de janela, um sapato, para a porta, ou pra alguma bunda bonita. Mas acontece que de um lugar para o outro eu passei meu olhar por uma garota duas vezes, e isso irritou-a:
"-- Por que você está me olhando tanto? -- perguntou-me ela, e eu mandei na lata, como sempre me acontece.
-- Olhe, não tem muito lugar pra olhar aqui, então fica entre o duto de ventilação do ônibus ou seu rosto, mas seu sorriso é muito mais simpático que o dele."
Ela sorriu, junto com mais umas três pessoas que escutaram, e eu pude ver que o sorriso dela era simpático mesmo. Depois disso eu não olhei mais pra ela. Ela procurava barraco quando começou a falar, e não seria eu a transformar isso em outra coisa. Começou mal, que acabe ali mesmo.
Teve uma vez em que eu estava com muito sono, pois não havia dormido nada bem por culpa de uns gatos no telhado. Recostei minha cabeça no banco e cochilei, mas aparentemente foi mais que isso, pois eu acordei e vi que as pessoas estavam me olhando. Eu havia roncado no ônibus.
Mas, há situações e que me dou bem, mas que me sinto estranho.
Estava eu voltando pra casa, quando entra no ônibus uma mulher e um homem, que notei serem casados por causa das alianças -- tenho mania de notar isso do mesmo jeito que noto placas de carro. Ele entrou na frente e se sentou no canto esquerdo do ônibus, lá no fundão, enquanto eu estava no direito. Ao invés dela se sentar no meio, ela se sentou ao meu lado. Tudo bem, sente onde quiser. Assim que o ônibus encheu o marido começou a dormir -- dormia a sono solto mesmo, uma coisa que eu costumeiramente faço --, do nada, sinto alguém mexendo na minha bunda. Era ela. Ela só esperou o marido dormir pra passar a mão na minha bunda. Não fazia mais nada, só passava a mão e estava sorrindo. Naquela situação eu não tava nem aí se estava com a mão na minha bunda -- quer passar a mão, fique à vontade --, eu só estava pensando no caso do marido acordar, quem apanhava mais, ela ou eu? Ela sorrindo e eu rindo do meu pensamento. As pessoas que estavam ao redor estavam vendo e riam também, pois era uma cena digamos inusitada para o fundão cheio do ônibus. E durou quase a viagem toda, pois o cara acordou. Ela puxou a mão na hora e uns dois pontos depois ela desceu. Eu fiquei lá em posição de sentido -- tava gostoso -- e com as pessoas me olhando. Fechei os olhos e tentei pensar em margaridas, mas a imagem daquela mulher me passando a mão ainda estava na cabeça e o calor da mão dela na minha bunda.
Mas, assim como me dou bem, me dou mal.
Teve um dia que eu estava voltando do curso e entrei no ônibus com meus amigos. Ficamos na parte da sanfona só de sacanagem, pois o ônibus estava parcialmente vazio. Mas havia um cara em particular que não parava de olhar pra mim. Vestia um paletó preto, com camisa também preta e uma gravata de um vermelho vivo. Mas ele não estava me olhando como a velhinha, ele mordia o lábio inferior. Aquilo me deixou nervoso ao ponto de também olhar pra ele, pra ver se o cara parava, mas nada. Foi assim até ele descer. Hoje quando saio naquele horário olho a lateral do ônibus pra ver se ele está lá, apesar de vez ou outra ainda dar de cara com ele. Por mais que eu seja doidinho, pra cama com ele é que eu não vou.
Ou teve o dia em que entrou um bêbado no ônibus e começou a conversar com outro cara sobre mim. Eu estava sentado naquele banco invertido do ônibus, com as pernas viradas para a parte debaixo do banco e as mãos cruzadas em cima da bolsa. Admito, a posição era suspeita. E o bêbado filho da puta ficou falando com o outro:
"-- Isso aí é mulher, é? Não, isso aí é bicha! Se eu tenho um filho assim eu mato ele de pancada. Olha só a perninha cruzada pra trás. E essa mão em cima da bolsa. Nunca vi mais gay." Gente, juro que nunca me segurei tanto pra não quebrar a cara de alguém. Sorte a minha (ou seria a dele...?) que ele desceu alguns pontos depois. Juro, eu iria transformar a boca dele em pasta de cevada -- ele tava bebendo cerveja. As pessoas vendo minha cara de poucos amigos nem sequer olharam pra mim. Segui o resto da viagem pensando que deveria ter quebrado pelo menos o nariz ou um dente dele.
Realmente, se dar mal é comigo mesmo. Não há situação em que eu fique bem. Já cai dentro do ônibus, já fiquei preso na porta, já sentei em cima e quebrei um guarda-chuva quando o ônibus arrancou, já cai em cima das pessoas, já quebrei uma poltrona do ônibus -- eu sentei e ela partiu. Enfim, jamais me dou bem -- realmente bem, pelo menos. Ainda está pra vir o dia em que receberei uma "paga justa" por tanta "saia justa" que me ocorreu. Preciso de um carro, urgente. Mas, do jeito que a sorte está caminhando longe de mim, assim que eu comprar um os sistemas viários passam a ser computadorizados e eu terei que vender o carro e andar novamente de ônibus. Espero que sem a velhinha do bu, sem o tio chato que abriu a janela, sem o gay que me queria, sem a garota irritada do sorriso simpático e sem o bêbado filho da puta. A mulher tarada e a música do Mr. Big podem ficar. Quem sabe ouvindo Wild World ela não arranha minha bunda?
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There are 4 comentários for Ônibus e seus acontecimentos
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Cris ninguém comenta nessa porra mew! O.o
HAUhauHAUhauHAUHuHAU...
As pessoas não sabem o que estão perdendo...morro de rir guri! Certas coisas viu?! *nanana* só acontecem contigo, a cena da mulher passando a mão na sua bunda é hilária demais, nem consigo imaginar haushaushau...
Pow...sei lá...que venham mais comentários, minha cabecinha fértil agradesce (y)'
Se cuida! Não fique com Deus pq vc não acredita nEle ... mMmMM... então fique com as "fadinhas" e vc sabe duq eu tô falando ;D haushaushaushau...
Beijo! Y cuanto más te adoro más!
Ninguém entra T_T
Tu me salva lendo minhas besteiras. ^^ Brigadão, Fran.
É, é complicado de acreditar, só estando lá pra ver. kkkkkkkk Me racho só de lembrar. E se o cara acordasse? Eu faria o que? Correria e gritava Kawabanga!!!
Com certeza fico com as fadas. Adoro o visual da Sininho ;) -- sei do que você tá falando, mas se eu citar o nome da outra fada você me corta o pescoço.
Beijão,
não falo espanhol, mas te amo, Fran. ^^
Entrei, gostei e comentei! Cris, não sabia desse seu seu blog. Rsrs.
Muito bom! E você escreve lindamente! Heheh
Ri com a mulher pegando na sua bunda. :o
Beijo, Bárbara. (Etec)
Oi Babi, tudo bem?
Gostou? Sério? *-*
São seus olhos... :D
Beijão.