A caminhar ele ouve música.
Os grandes prédios da cidade, tão imponentes sobre o infinito, parecem pedaços de papel recortados sobre o horizonte.
Os carros a passar na avenida ao lado são como flash's, rápidos demais para serem percebidos mais do que o espaço de um piscar de olhos.
As pessoas a seu lado, sua frente e que às costas falam com ele, e, não ouvindo resposta, sobre ele; são como estátuas, imóveis na vastidão do tempo.
Seu caminhar é rápido, incólume e imperceptível, exceto por aqueles a quem ele tropeça no caminho. Seus xingamentos apenas ecoam no mundo, mas não são percebidos por ele.
Os sons são rebuscados em seus ouvidos, mesclados com a cacofonia de sons já presentes em sua mente. Ele ouve, sem, contudo, prestar atenção a nada que lhe é dito. Só quer andar.
Em sua mente ele pensa em destino, mas se pergunta o porque dele. Pra que? Apenas caminhar, continuar, seguir, mas com uma saudade doída do que deixou pra trás.
Juntamente com a vontade incessante de caminhar, de ir em direção ao infinito da avenida iluminada pelas luzes amarelas dos postes à margem e fustigada pela chuva, ele anseia regressar. Tudo de novo, pensa ele. É o que deseja.
Ele olha para o horizonte. Em seus olhos vê-se a profundidade e angústia causadas pelo tempo. Ele sorri e diz, mais para si mesmo que para outros: "Um dia eu volto."
Os grandes prédios da cidade, tão imponentes sobre o infinito, parecem pedaços de papel recortados sobre o horizonte.
Os carros a passar na avenida ao lado são como flash's, rápidos demais para serem percebidos mais do que o espaço de um piscar de olhos.
As pessoas a seu lado, sua frente e que às costas falam com ele, e, não ouvindo resposta, sobre ele; são como estátuas, imóveis na vastidão do tempo.
Seu caminhar é rápido, incólume e imperceptível, exceto por aqueles a quem ele tropeça no caminho. Seus xingamentos apenas ecoam no mundo, mas não são percebidos por ele.
Os sons são rebuscados em seus ouvidos, mesclados com a cacofonia de sons já presentes em sua mente. Ele ouve, sem, contudo, prestar atenção a nada que lhe é dito. Só quer andar.
Em sua mente ele pensa em destino, mas se pergunta o porque dele. Pra que? Apenas caminhar, continuar, seguir, mas com uma saudade doída do que deixou pra trás.
Juntamente com a vontade incessante de caminhar, de ir em direção ao infinito da avenida iluminada pelas luzes amarelas dos postes à margem e fustigada pela chuva, ele anseia regressar. Tudo de novo, pensa ele. É o que deseja.
Ele olha para o horizonte. Em seus olhos vê-se a profundidade e angústia causadas pelo tempo. Ele sorri e diz, mais para si mesmo que para outros: "Um dia eu volto."
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There are 1 comentários for "Someday"
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¬¬' Digo nada dessas suas postagens suicidas, Cris! 'Rum..
mas enfim..tá da hora muito legal mesmo..te prende na leitura..não consegui parar até terminar! xD
Parabéns! =)